A Anatel regulamentou um novo tipo de internet banda larga. O serviço seria fornecido pela rede elétrica, para tanto, bastaria ligar um modem na tomada, isso mesmo, naquela tonada de energia da parede, mas vamos ter que aguardar um "tempinho", pois tudo que é bom dura pouco ou demora muito pra sair, a regulamentação do serviço depende de acordos entre as agências controladoras de energia e telefonia. Veja mais na matéria do Jornal da Globo.
13.4.09
8.4.09
Zé Perri

Essa estória eu li na revista da TAM.
"A Praia do Campeche, localizada no sul da Ilha em Florianópolis, tem uma peculiariedade curiosa na sua história. Na década de 1920 foi construído alí um campo de pouso do correio aéreo francês que servia de base de reabastecimento dos aviões que faziam o vôo entre Paris e Buenos Aires. Consta que o escritor Saint-Exupéry, comandante desta rota, de tanto pousar alí, tornou-se bem conhecido dos pescadores, antigos habitantes do local e era conhecido como o ´Zé Perri´."
7.4.09
29.3.09
Nice Dreams
... E eles vieram, após anos de boatos e expectativas, finalmente a banda inglesa Radiohead tocou no Brasil, último dia 20 no Rio de Janeiro e 22 em São Paulo. Por motivos geográficos, gástricos e financeiros, não podemos presenciar tal evento, porém, não ficamos na mão, nos foi dada a oportunidade de vislumbrar através dos olhos e palavras da nossa colaboradora honorária (minha amada rimãzinha) Dani Smith, o dia em que Thom Yorkee & Co. deram o ar de sua graça no Brasil.
Leia o relato de "Meu dia com Radiohead" por Dani Smith.
O que seria “ apenas “ um show do Radiohead, pelo meio do caminho tornou-se um festival, o “JUST A FEST”, com as presenças de Los Hermanos e Kraftwerk. Um super bônus para quem já estava super satisfeita com a chance de assistir a uma de suas bandas “mas preferidas”, como diria minha irmã Nola.
A chegada ao local do show, A Chácara do Joquei, foi tranquila, sem maiores dificuldades, e até certo ponto, bem organizada (o que se mostrou bem diferente ao final do show, quando eu, Vlad e alguns amigos levamos mais de 2 horas! até conseguirmos um táxi).
A banda Los Hermanos foi a primeira a se apresentar, em seu 2° show após a reunião em quase 2 anos de separação. Apesar de toda a expectativa criada e a presença de centenas de fãs, ali, apenas para ver a banda (quem se importa com Radiohead?), o que se viu e ouviu foi um show morno, ouso dizer sem graça, com músicos pouco a vontade entre si (pelo menos assim pareceu para mim), capaz de esfriar o entusiasmo do fã mais ardoroso (com excessão talvez, das duas garotas que estavam na minha frente, pisando no meu pé sem dó nem piedade).
Fim do show do Los Hermanos, momento para a clássica ida ao banheiro, comprar alguma bebida e respirar aliviada, afinal, shows de arena são um pandemônio para pessoas com menos de 1,60m.
Na sequência, vem o show do Kaftwerk . Uma senhora experiência, tanto musical, e talvez, principalmente, visual. As imagens projetadas em telões, perfeitamente sincronizadas a cada música executada, prenderam a atenção até mesmo daqueles que não tinham a menor noção de quem eram aqueles tiozinhos cantando “we are robots”.
Outra pausa entre shows, e agora eu já estava muito ansiosa, nervosa mesmo, com a aproximação do show tão esperado (uns 15 anos de espera, desde que comprei um cdzinho com uma capa horrorosa, “Pablo Honey”). Encarei uma fila gigantesca para usar um banheiro químico, nojento a esta altura do campeonato, no meio de um lamaçal danado. Quando me preparava para passar mais uns bons minutos da minha vida tentando comprar um pedaço de pizza de gosto duvidoso, os primeiros acordes foram ouvidos, aqueles, aguardados há 15 anos.
Saí correndo feito doida, sem saber direito que direção tomar (aahh, Radiohead já está no palco!!!!!!!!). Fui acalmada por Vlad, que me lembrou que precisávamos descolar um lugar pelo menos decente para assistirmos ao show. O lugar escolhido não era lá nenhuma maravilha (foram 2 horas tentando equilibrar-se em cima de uma grade, eu e minha amiga Aline), um pouco longe do palco (melhor assim do que ficar esmagada, desmaiar e perder o show , como já me aconteceu), mas de onde assisti a um dos mais fantásticos shows de todos os tempos (declaração dramática, mas foi o que senti). O show foi baseado no último álbum da banda, “ In Rainbows”, mas os momentos mais emocionantes foram aqueles em que “hits“ mais antigos foram apresentados. Karma police, fake plastic trees, air bag, paronoid android e idioteque foram cantadas a plenos pulmões por uma audiência de cerca de 30 mil pessoas (pelo menos eu cantei). Duas horas depois, após o 2° bis, muita gente já indo embora, a banda entra para um última música: Creep. Impressionante. Emocionante. Não tenho fotos ou videos, porque neste momento nada mais parecia importante.
Saio realmente feliz deste show e agradecida por não ter desistido de vir (esta idéia absurda passou algumas vezes pela minha cabeça). E nem mesmo a procissão da saída, as dores pelo corpo e a espera sem fim por um táxi conseguiriam estragar este momento . Nice dreams.
Veja imagens exclusivas do show.
22.3.09
We're all criminals now
Pet Shop Boys gravam música em homenagem a Jean Charles de Menezes, brasileiro morto numa ação desastrada da polícia londrina em uma estação de metrô em julho de 2005, "We're all criminals now" (Somos todos criminosos agora), narra os acontecimentos que antecederam a morte de Jean, executado com vários tiros por ser confundido com um terrorista.
"O título da música e a própria canção resumem a forma como o governo trata as pessoas no reino Unido. Estamos todos sob constante vigilância e somos todos tratados como potencialmente culpados, como se estivéssemos a ponto de cometer algum crime. Somos todos criminosos agora", disse Neil Tennant ao "Sun".
"O título da música e a própria canção resumem a forma como o governo trata as pessoas no reino Unido. Estamos todos sob constante vigilância e somos todos tratados como potencialmente culpados, como se estivéssemos a ponto de cometer algum crime. Somos todos criminosos agora", disse Neil Tennant ao "Sun".
28.2.09
Dica de Filme
Vergonhosamente demorei mais de ano para assistir o filme Na Natureza Selvagem (Into the Wild). A indicação partiu do compadre Smith.
Realmente o filme é ótimo. Baseado em fatos reais e no livro de Jon Krakauer. Um jovem americano inquieto, crítico à sociedade, decide literalmente largar tudo (bens materiais, família, etc.) para viajar pelo país, vivendo em contato com a natureza.
O filme é bom para repensar alguns conceitos e também avaliar nossos limites.
Eu destaco: a excelente direção de Sean Penn, citação à Lord Byron, e principalmente a elogiável trilha sonora de Eddie Vedder.
Abaixo uma pequena degustação: O clipe da música Guaranteed por Vedder na voz e violão.
Realmente o filme é ótimo. Baseado em fatos reais e no livro de Jon Krakauer. Um jovem americano inquieto, crítico à sociedade, decide literalmente largar tudo (bens materiais, família, etc.) para viajar pelo país, vivendo em contato com a natureza.
O filme é bom para repensar alguns conceitos e também avaliar nossos limites.
Eu destaco: a excelente direção de Sean Penn, citação à Lord Byron, e principalmente a elogiável trilha sonora de Eddie Vedder.
Abaixo uma pequena degustação: O clipe da música Guaranteed por Vedder na voz e violão.
19.2.09
TIM e o Dano Social
Lendo a matéria no Correa Neto acerca da briga entre consumidores de Macapá e a empresa TIM, verifiquei que o problema não se resume a uma relação de consumo simples, até porque o Ministério Público Estadual já comprou a briga.
Percebo que o momento é de avanço e amadurecimento na luta pelos nossos direitos.
Vale lembrar que o MP não defende determinado consumidor em particular, mas direitos homogêneos (consumidores na mesma situação).
Várias pessoas adquiriam o serviço TIM Web para conexão internet em Macapá, sem que o serviço fosse prestado. E o pior: a empresa, ao que consta da matéria, se recusa a devolver o dinheiro da contratação e ainda cobrou por serviços não solicitados.
Em regra, as demandas judiciais individuais são acolhidas e a Justiça determina a devolução dos valores pagos. Entretanto, o que se percebe é que essas demandas individuais (e não são poucas) não surtem qualquer efeito.
Para as empresas prestadoras de serviço é vantagem pagar mil ou dois mil reais para um consumidor a título de dano material ou “dano moral” (muitas vezes inexiste dano moral, pois sua aferição é complexa). Cala-se a consciência da coletividade literalmente pagando o preço de um “dano” que não tem valor. Mas, os problemas de serviço permanecem e a lesão aos consumidores também.
Combatendo esse mal, hodiernamente é crescente na Justiça brasileira a tese do Dano Social. Trata-se de um dano à sociedade distinto do dano moral (individual). Não se reconhece somente indenização aos consumidores individualmente, mas aplica-se uma sanção exemplar às empresas, destinando-se a verba condenatória a uma instituição ou fundo com fins sociais. Ou seja, revertesse o valor em prol da própria sociedade lesada.
Assim, com sanções desse porte, quem sabe os serviços sejam finalmente prestados com eficiência. Nossa Cidade e os consumidores agradeceriam.
Percebo que o momento é de avanço e amadurecimento na luta pelos nossos direitos.
Vale lembrar que o MP não defende determinado consumidor em particular, mas direitos homogêneos (consumidores na mesma situação).
Várias pessoas adquiriam o serviço TIM Web para conexão internet em Macapá, sem que o serviço fosse prestado. E o pior: a empresa, ao que consta da matéria, se recusa a devolver o dinheiro da contratação e ainda cobrou por serviços não solicitados.
Em regra, as demandas judiciais individuais são acolhidas e a Justiça determina a devolução dos valores pagos. Entretanto, o que se percebe é que essas demandas individuais (e não são poucas) não surtem qualquer efeito.
Para as empresas prestadoras de serviço é vantagem pagar mil ou dois mil reais para um consumidor a título de dano material ou “dano moral” (muitas vezes inexiste dano moral, pois sua aferição é complexa). Cala-se a consciência da coletividade literalmente pagando o preço de um “dano” que não tem valor. Mas, os problemas de serviço permanecem e a lesão aos consumidores também.
Combatendo esse mal, hodiernamente é crescente na Justiça brasileira a tese do Dano Social. Trata-se de um dano à sociedade distinto do dano moral (individual). Não se reconhece somente indenização aos consumidores individualmente, mas aplica-se uma sanção exemplar às empresas, destinando-se a verba condenatória a uma instituição ou fundo com fins sociais. Ou seja, revertesse o valor em prol da própria sociedade lesada.
Assim, com sanções desse porte, quem sabe os serviços sejam finalmente prestados com eficiência. Nossa Cidade e os consumidores agradeceriam.
9.2.09
3.2.09
HQ e Cinema
2009 será um ano repleto de adaptações de quadrinhos para o cinema, são vários os títulos ja divulgados, Watchmen, The Spirit, X-Men Origins, G.I.Joe-The Rise of Cobra, Coraline, entre outros, com estréia prevista para o início de Abril, ganhadora do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro neste ano, a animação Valsa com Bashir (Waltz with Bashir), promete agradar fãs de cinema e quadrinhos, a animação narra as memórias do diretor Ari Folman, que serviu como soldado na guerra entre Israel (seu país) e Líbano em 82, em tempo, a editora L&PM deverá publicar em Março a adaptação do filme para quadrinho, é ler e depois assistir.29.1.09
BIG FISH

O Jornal do Dia (29/01/09) traz uma foto muito interessante em sua capa (veja aqui):
Vários pares de sapatos presos em fios telefônicos na Rua Cândido Mendes em Macapá.
Trata-se de um trote infantil pregado por uma dupla de amigos que tomou sérias proporções. Os moradores correm o risco de ficar sem o serviço telefônico, pois o fio ameaça ceder.
Embora concorde que essa brincadeira poderá trazer prejuízos à população, não pude deixar de comparar a foto dos sapatos pendurados com a mesma cena surreal do filme BIG FISH – Peixe Grande, de Tim Burton.
Vários pares de sapatos presos em fios telefônicos na Rua Cândido Mendes em Macapá.
Trata-se de um trote infantil pregado por uma dupla de amigos que tomou sérias proporções. Os moradores correm o risco de ficar sem o serviço telefônico, pois o fio ameaça ceder.
Embora concorde que essa brincadeira poderá trazer prejuízos à população, não pude deixar de comparar a foto dos sapatos pendurados com a mesma cena surreal do filme BIG FISH – Peixe Grande, de Tim Burton.
É... parece que “a vida imita o vídeo” mesmo.
Fica a dica do filme Peixe Grande. É muito bom.
Fica a dica do filme Peixe Grande. É muito bom.
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